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5 Dicas para apreciar uma boa cerveja

  1. Comece sempre pelas cervejas mais suaves (como pilsen ou de trigo), passando, depois, para as mais robustas, de maior teor alcoólico ou mais escuras, que apresentam sabor mais marcante. Caso contrário, algumas cervejas podem parecer mais ” fracas ” se degustadas depois de outras. Na dúvida, peça ajuda ao garçom.
  2. Ao servir a cerveja no copo, observe sua coloração, brilho, translucidez (que varia se a cerveja tem ou não fermento na garrafa), formação e duração da espuma.
  3. Agite levemente o copo e sinta os aromas da bebida aproximando o nariz. Tente perceber o malte (que pode gerar referências como biscoito, café, caramelo, chocolate, defumado etc), o lúpulo (cítrico, floral ou herbal, condimentado) e fermento (que pode dar impressão de pão, banana, maçã, abacaxi, pêra, cravo, outras frutas e especiarias).
  4. A hora H: encha gentilmente a boca com o líquido. Respire e sinta os gostos básicos (doce, ácido, amargo, salgado), além de outras notas marcantes ( torrado, condimentado, frutado), a sensação alcoólica, o corpo ( cerveja mais ou menos densa), a carbonatação e o sabor que a cerveja deixa na boca.
  5. Não tenha medo de parecer ” cri-cri ” , quando achar relevante, anote as impressões sobre a cerveja. É útil para compor uma ” memória degustativa ” e comparar representantes diferentes do mesmo estilo de cerveja. Ou , como diz o jornalista Conrad Seidl no livro ” O catecismo da Cerveja”, ao menos deixará o garçom mais preocupado com o atendimento…

Chopps & Dúvidas

De onde veio a palavra Chopp?
Ela veio do alemão “Schopp”, que é uma medida de volume equivalente a 300ml. Com o passar dos anos, essa palavra foi designada para o nome da bebida.

Quando e onde inventaram o chopp?
Na Mesopotâmia, há mais de cinco mil anos. Já a cerveja foi inventada apenas após o processo de pasteurização.

Quais são as materias primas do chopp?
O chopp é fabricado a partir das seguintes matérias-primas: água cervejeira, malte, lúpulo e levedura. São os mesmos ingredientes utilizados na fabricação da cerveja. A diferença entre os dois está no modo de processamento, na fase de pasteurização, processo pelo qual o chopp não passa.

Por que o chopp tem gosto diferente, mesmo sendo da mesma marca, dependendo do lugar?
O ideal é o chopp ser igual em todos os lugares. Porém, a diferença aparece quando ocorrem problemas com a armazenagem dos barris, limpeza dos copos, formação de espuma, competência de quem tira o chopp e refrigeração.

Qual a diferença entre chopp e cerveja?
A diferença entre os dois é que o chopp não passa pelo processo de pasteurização que a cerveja atravessa. A cerveja tem sua temperatura elevada e rapidamente é baixada, dando à bebida uma maior vida útil. Essa é a diferença entre eles no sabor.

Onde se encontra a melhor cevada do Brasil?
No cerrado. A melhor cevada é encontrada nos estados de Goiás, Mato Grosso, Distrito Federal e Minas Gerais. Nesses lugares, as hastes possuem 6 fileiras e os grãos são comparados aos da Europa. No Rio Grande do Sul, as plantações são muito maiores do que na região central, mas eles possuem normalmente apenas 2 fileiras de grãos e as chuvas prejudicam as colheitas.

Quantos mililitros de chopp são “perdidos” em um chopp com três dedos de espuma?
Nenhum. Normalmente, os copos possuem 330ml e são servidos 300ml de líquido e o resto acaba sendo espuma. Em outros países, é normal se ver copos com marcas de 300ml gravadas.

Qual o tamanho ideal para o colarinho?
Na média, o tamanho ideal é 3 cm, ou dois dedos.

Quanto mais gelado melhor fica o chopp?
Na verdade não. O chopp muito gelado acaba perdendo a sensibilidade das papilas gustativas e faz com que o sabor e aroma diminuam.

Mas então qual seria a melhor temperatura?
O ideal é que o chopp saia da máquina numa temperatura entre 0 e 2 graus, chegue à mesa do degustador com 3 ou 4 graus e seja consumido entre 6 e 8 graus.

O chopp pode estragar?
Sim. O chopp é uma bebida que oxida facilmente. Em média, um barril pode ter validade de 10 dias. Quando é engatado, apenas dois dias.

Chopp é menos pesado do que a cerveja?
Não. Pelo fato do chopp ser mais fresco, tem-se a impressão de que ele é mais leve. Porém, a fórmula do chopp e da cerveja é a mesma.

Qual a vantagem de beber o chopp com espuma?
A espuma tem a função de manter o gás. Além disso, ela protege a bebida do contato com o oxigênio, que faria o chopp ficar amargo. Outra função da espuma é a manutenção da temperatura do chopp. Dessa forma, espuma cremosa significa bom chopp.

Chopp dá barriga?
Sim. Um copo com 300ml da bebida possui entre 100 e 120 calorias, que são as mesmas calorias de um suco de laranja. O chopp engorda mais do que o suco porque ninguém bebe 10 copos de suco de laranja normalmente.

A qualidade da água pode influenciar o chopp?
Na verdade não, pois as fábricas possuem tecnologia para deixar qualquer água tratada e no ponto certo, incluindo quantidades de minerais balanceadas e PH adequado.

Cervejas Lambics

A maioria dos especialistas classifica as cervejas do tipo Lambic como uma terceira categoria, em separado das Lager e Ale, por causa do seu tipo de fermentação, que é espontânea.
São feitas de trigo, porém não são adicionadas leveduras no mosto, ficando a fermentação a cargo dos agentes naturais, os quais são encontrados somente numa pequena área ao redor de Bruxelas. Daí a dificuldade em encontrá-las, bem como o seu preço elevado.

Trata-se de um tipo muito peculiar de cerveja, dotada de uma gama extremamente numerosa de aromas, os quais vão do frutado (como framboesa, cereja ou banana) ao extremamente cítrico (como vinho branco ou vinagre).

É o tipo mais antigo de cerveja feito no mundo, fato que, por si só, exige que você as experimente. Seus sub-tipos são:

LAMBIC-FRUIT

No processo de fabrico, após a fermentação espontânea ter começado são adicionadas frutas inteiras, como pêssegos, framboesas e cerejas. A fermentação propriamente dita é realizada pelos microorganismos presentes dentro da fábrica. Algumas lendas dão conta que as caves onde são produzidas as Lambic jamais são limpas, a fim de manter o equilíbrio original dos bolores essenciais ao caráter da cerveja que se quer produzir. Após este processo, a cerveja permanece por cerca de três anos maturando em barris de carvalho. Trata-se de uma cerveja cujo teor alcoólico é relativamente baixo (não ultrapassa os 6%), bem como a carbonatação, o que faz com que o creme, quando há, não seja denso. As Lambic tradicionais, muito mais ácidas, levam a denominação “Oud” (velha) a fim de diferenciá-las das jovens e comerciais, mais doces e balanceadas.

No sub-tipo Lambic-Fruit estão as conhecidas Kriek (de cereja ácida) e as Framboise (de framboesa).

STRAIGHT/UNBLENDED

A Lambic pura, sem misturas de frutas, açúcares ou misturas de diferentes barris. São pouquíssimos os exemplos comerciais. Um deles é a Cantillon Grand Cru Bruoscsella.

GUEUZE

Trata-se de um “blend” de Lambics novas (1 ano) e antigas (2 a 3 anos), retiradas de vários barris diferentes no processo de fabrico, e que são engarrafadas para uma segunda fermentação.

Geralmente as Lambic – Gueuze são menos ácidas e mais balanceadas, algumas assemelhadas ao champagne. Inclusive, tradicionalmente são servidas em garrafas ao estilo champagne.

Representantes do estilo são Cantillon Gueuze, Mort Subite Gueuze e Lindemans Gueuze Cuvée René.

FARO

É a Lambic com açúcar. Mais saborosa, leve e sem a acidez característica das outras Lambics, é o tipo mais aceito pelo mercado. Por outro lado, perde em complexidade para os outros tipos de Lambics.

Referência: http://www.brejas.com.br/cerveja.shtml

Cerveja Ales

O que a difere das Lager é o tipo de fermentação, que é feita em temperaturas mais altas, geralmente entre 15 e 24ºC. É um processo antigo de fabricação, o que fez com que as cervejas do tipo Ale fossem as únicas disponíveis até meados do século XIX, quando foi inventada a baixa fermentação (Lager).

Dada essa “antigüidade”, aliada principalmente à fermentação a quente, os sabores complexos, maltados e lupulados das cervejas Ale são incomparavelmente mais perceptíveis, sendo cervejas mais encorpadas e vigorosas.

Assim ao longo dos séculos, surgiram inúmeros subtipos de cervejas Ale. A seguir, falaremos um pouco sobre os subtipos que você encontrará mais freqüentemente no Ranking BREJAS:

PALE ALES

São as Ales claras, com graduação alcoólica até 6%. Foram criadas para competirem com as cervejas Pilsen durante a Segunda Guerra Mundial, portanto compartilham a característica de serem mais suaves. É um dos maiores grupos de cerveja e possui alguns sub-tipos ou sub-nomes:

  • AMERICAN PALE ALE, como a Sierra Nevada Pale Ale, designa as americanas mais claras
  • ENGLISH PALE ALE, também cahamda de ENGLISH BITTER, ou apenas BITTER, nome usado na Inglaterra por serem mais amargas que as demais cervejas, como as Porters por exemplo. Podem ser Standard Bitter, Especial Bitter ou Extra Special Bitter/ESB
  • BELGIAN PALE ALE, as Ales claras belgas
  • BELGIAN BLOND ALE, algumas vezes chamadas de Golden Ale também, são as Pale Ales mais douradas e um pouco mais encorpadas
  • INDIA PALE ALE ou somente IPA, como a Colorado IPA, cerveja carregada em lúpulo, criada pelos ingleses para aumentar o tempo de conservação da cerveja que seria levada para as viagens pela Índia. Variar na intensidade de amargor e percentual de álcool de acordo com o sub-tipo, da menor pra maior: English IPA, American IPA e Imperial IPA

AMBER/BROWN E RED ALE

Diferenciando-se em coloração principalmente, mas também acompanhando em corpo e potência, estão algumas outras categorias de estilo:

  • AMERICAN AMBER ALE, usado na França e EUA para classificar as Ales um pouco mais escuras
  • AMERICAN BROWN ALE, mais excura e maltada e menos lupulada que suas “irmãs” American Pale e Ambar Ale
  • ENGLISH BROWN ALE, denomina as inglesas mais escuras. Podem ser Mild, Southern ou Northern. A News Castle Brown Ale, famosa e até fácil de encontrar por aqui, é uma Northern English Brown Ale.
  • RED ALE, avermelhada devido ao uso de um pouco de malte tostado. Também chamada de IRISH RED na Irlanda. Um exemplo comercial que desde 2008 pode ser encontrado no Brasil é a Kilkenny Irish Beer, da Diageo, mesma empresa que faz a Guinness.

ALTBIER

Altbier, ou simplesmente Alt, proveniente da região de Düsseldorf na Alemanha, seguem o estilo antigo de produção de Ales, antes mesmo do surgimento das Lagers. É muitas vezes considerada uma ligação enter as cervejas Ales e as Lagers. Podem ser Dusseldorf Altbier ou Northern German Altbier. Um exemplo desse último estilo é a holandesa Grolsch Amber Ale.

SCOTCH ALE

Ales da escola escocesa, variando, principalmente em potência, entre Light, Heavy, Export e Strong.

SAISON

Feitas em Wallonia – Bélgica, as Saison chegam a ser comparadas a vinhos tintos devido a fermentação e sabores presentes em comum.

BIÈRE DE GARDE

Cerveja de guarda feita principalmente na França, na região de Pas-De-Calais, as Bière de Garde são feitas para durarem anos, normalmente têm uma última fermentação na garrafa e muitas vezes são vendidas em garrafas com rolhas. Janlain Amber e La Choulette são bons exemplos não tão dificeis de encontrar.

STRONG ALES

Denominação genérica que inclui uma variada gama de cervejas que podem ser claras ou escuras. Possuem alto teor alcoólico, que vai de 6 e pode chegar a 12%. Podem ser saborosas e balanceadas, “inserindo” harmoniosamente o álcool no conjunto, ou podem ser simplesmente fortes e desbalanceadas, evidenciando a gradação alcoólica.

Dentro deste subtipo estão as Barley Wines – quase tão fortes quanto vinho – e também as Old Ale, como a Fuller’s 1845, agora facilmente encontrada no Brasil.

BELGIAN STRONG ALES

Produzidas principalmente na Bélgica, estas possuem algumas caracerísticas diferenciadas que as fazem cair em um agrupamento diferenciado.

Os vários tipos seguem abaixo:

  • DUBBEL: Cerveja do tipo Ale na qual o mestre cervejeiro adiciona o dobro da quantidade de malte do que uma cerveja “comum”. Geralmente balanceadas e de teor alcoólico mediano, possuem bom corpo e carbonatação alta.
  • TRIPEL: Cerveja na qual se adiciona três vezes mais malte do que em uma cerveja “comum”. Possuem, em geral, coloração amarelo-dourado, creme denso e consistente e a gradação alcoólica girará entre 8 a 12%. Aroma e sabor são complexos, macios e com forte presença de frutas o que, às vezes, pode lhe conferir um paladar adocicado. Excelente equilíbrio entre o lúpulo e o fermento utilizado no fabrico.
  • ABT/QUADRUPEL: São cervejas mais escuras e mais ricas, utilizando o quádruplo de malte do que em uma cerveja “comum”. O volume de álcool é sempre forte, muitas vezes ultrapassando os 10%.Entram aqui a famosíssima Westvleteren 12 e também a Rochefort 10 e La Trappe Quadrupel.
  • GOLDEN STRONG ALE: São as loiras mais fortes e encorpadas, até 10,5% de ácool, com colaração amarelo-dourado e sabor é frutado. Entram neste grupo: Duvel e Delirium Tremens, entre outras.
  • DARK STRONG ALE: São as Belgian Ales escuras, fortes e encorpadas. Com várias representantes de peso, como Chimay Bleu, Rochefort 8 e Gulden Draak, essa categoria tem cervejas que chegam a 11% de álcool.

BELGIAN SPECIALTY ALE

São as temperadas (veja mais abaixo), só que belgas. Também entram aquelas belgas que, por um motivo ou outro, não se encaixam dentro de nenhuma outra categoria das belgas, portanto caem aqui como Belgian Specialty Ale. Mesmo assim, não pense que este estilo é pouco conhecido. Aqui está a trapista Orval, odiada por muitos, amada por muitos também. Também está a La Choufe, a Unibroue Maudite e a McChouffe.

KÖLSCH

Do berço alemão de cervejas e de coloração dourada, é normalmente mais doce e com menos lúpulo que as suas irmãs. Em muitas receitas leva vários grãos, inclusive trigo. Pela regra, somente cervejas feitas em Köln (Colonia) poderiam levar o nome Kölsch, assim como ocorre com o Champagne. Entretanto, temos casos de cervejas brasileiras, como a Eisenbahn, que oferecem sua versão.

WEISSBIER (Weizenbier, Wheat Beer ou Cerveja de Trigo)

Produzida principalmente pelas grande cervejarias alemãs como HB, Paulaner, Erdinger, Franziskaner e Weihenstephan, é uma cerveja feita a base de trigo e característica do sul da Alemanha, região da Baviera. São cervejas claras e opacas, onde sobressai o trigo com o qual foram produzidas, bem como sabores frutados (banana e maça), cravo e florais. Bastante refrescantes e de graduação alcoólica moderada (entre 5 e 6%), são opacas e normalmente não filtradas. Produzem, em geral, um creme denso e persistente. Aqui no Brasil a Bohemia fabrica sua versão, chamada Bohemia Weiss.

As variedades possíveis são:

  • Hefeweizen, de cor amarelada-marrom opaca, pois a levedura não é filtrada. Erdinger Hefeweizen é a mais conhecida aqui no Brasil
  • Kristallweizen, de cor clara e transparente, leve na degustação. Normalmente é filtrada, não tendo adicão de levedura diretamente na garrafa. Um exemplo é a Franziskaner Weissbier Kristallklar
  • Dunkelweizen ou Hefeweissbier dunkel, cerveja de trigo escrura, de gosto mais forte. A Erdinger tem sua versão, aquela com rótulo preto.
  • Weizenstarckbier ou Weizenbock, cerveja tipo bock com uma graduação alcoólica entre 5% e 12%. Exemplo é a Aventinus, feita pela G. Schneider & Sohn.
  • Berliner Weisse ou Berlin White (cerveja branca berlinense), de graduação alcoólica entre 2 e 4% e de cor amarelada e opaca. Por ser levemente azeda, é comum adicionarem xaropes doces de frutas.
  • Witbier (Belgian White), esbranquiçadas devido às leveduras e ao trigo suspenso (daí o nome). Possui um toque cítrico de laranja, já que a casca da fruta é usada como complemento ao lúpulo. Também leva “coriander”, conhecido por nós como coentro. A marca mais representativa é a Hoegaarden, além da Unibroue Blanche de Chambly.
  • Bière Blanche ou Blanche: apenas o nome em francês para as cervejas de trigo
  • Russ, cerveja de trigo com acréscimo de suco de limão (Zitronenlimonade), assim como ocorre com a Radler

STOUT

Cervejas negras opacas, dotadas de forte sabor de chocolate, café e malte torrado, pouca carbonatação. Sua origem remonta à época em que parte da produção das cervejarias inglesas era destinada à Rússia e aos países bálticos. Para suportar a viagem, essas cervejas possuíam – assim como possuem hoje – alto teor alcoólico, variando de 8 a 12%.

Sua representante mais famosa é a Guinness, e aqui no Brasil, sem dúvida nenhuma, a Caracu.

Também apresenta diversos sub-tipos

  • Dry Stout
  • Sweet Stout
  • Oatmeal Stout
  • Foreign Extra Stout
  • American Stout
  • Russian Imperial Stout

PORTER

Comumente confundida com as Stouts, tem lá sua razão de ser: o nome Stout surgiu de uma diminuição do nome “Stout Porter”, usado para classificar as Porters mais fortes. Portanto, a Porter é uma cerveja mais suave que sua parente Stout, normalmente com 1 a 2% a menos de álcool. Pra se ter uma idéia de como uma coisa levou à outra, a cervejaria Guinness produzia Porters até 1974.

As Porters são cervejas escuras, típicas da Inglaterra, e não tão fáceis de se encontrar aqui no Brasil. Podem ser Brown Porter ou Robust Porter.

Outra variedade, chamada Baltic Porter, tem mais álcool e, apesar de ter começado como Ales, hoje são normalmente Lagers.

Referência: http://www.brejas.com.br/cerveja.shtml

Cervejas Lagers

As Lagers são as cervejas mais consumidas no mundo, responsáveis por exemplo por mais de 99% das vendas de cerveja do Brasil.

Originarias da Europa Central no século 14, são cervejas de baixa fermentação ou fermentação a frio (de 6 a 12ºC), com graduação alcoólica geralmente entre 4 e 5%. Tem entre seus tipos mais conhecidos a Pilsener, tipo de cerveja originariamente criada no século 19 na cidade de Pilsen, região da Boêmia da República Tcheca, e que por isso muitas vezes é chamada de Pilsen ou Pils ao invés de Pilsener.

Os sub-tipos de Lager estão a seguir:

PALE LAGERS

Lagers claras, o que você mais vê por ai. São tantos sub-tipos que fica quase impossível decorar todos, portanto listaremos os mais facilmente encontrados:

  • PILSNER: a Pale Lager original, desenvolvida como receita da cerveja Pilsner Urquell. São caracterizadas por um lúpulo acentuado no aroma e sabor. Também chamadas de Pilsener e Pilsen . Podem aparecer em 2 estilos um pouco diferentes, principalmente devido à escola: Bohemian/Czech Pilsner, representada pela Pilsner Urquell e Budweiser Budvar/Czechvar, ambas Tchecas e meio difíceis de encontrar; German Pilsner, facilmente encontradas nas representantes Bitburger, Warsteiner, Konig Pilsener, Spaten Pils.
  • AMERICAN LAGER: cerveja leve e refrescante, feita para matar a sede e para serem bebidas bem geladas. É o tipo das cervejas mais populares dos Estados Unidos, com exemplos como Budweiser, Coors e a australiana Foster’s. A maioria das cervejas populares no Brasil, como Brahma, Skol, Kaiser e Antarctica, são American Lagers, mesmo que elas se intitulem no rótulo e descrição no verso como Pilsen, talvez até devido a convenção nacional para a classificação de cervejas.
  • PREMIUM: de cervejas um pouco mais lupuladas e mais maltadas que as Standard Lagers, tem como exemplos a Stella Artois, Heineken e Miller Genuine Draft, facilmente encontradas. Aqui no Brasil, são representadas pela Cerpa, Bavaria Premium, Brahma Extra, Kaiser Gold e outras variações das marcas mais conhecidas. Mas cuidado. Em alguns casos a palavra Premium vem sendo usada para diferenciar cervejas que suas cervejarias desejam promover em especial, não sendo necessariamente uma Premium de verdade. Em alguns casos, pode simplesmente significar Lagers com graduação alcoólica acima de 5%.
  • LITE: variação ainda mais leve que a American Lager, oferecida muitas vezes sob o nome Light ou Lite.
  • DORTMUNDER EXPORT: variação da Pilsner com menos lúpulo, mais suave, feita em Dortmund em 1873.
  • HELLES: outra variação com menos lúpulo, mais maltada, feita em Munique. Marcas conhecidas são Löwenbräu Original, Spaten Premium Lager, Weihenstephaner Original e Hofbräu München Original
  • DRY BEER: originária do Japão, tem a maior parte do açúcar convertido em álcool devido ao longo período de fermentação. Por isso e por seu sabor suave é chamada de seca.
  • SPECIAL: um tipo mais forte e encorpado, Fica entre a Helles e a Bock em termos de sabor e força.
  • RADLER: Qualquer Pale Lager misturada com uma limonada típica alemã, chamada de Zitronenlimonade. Geralmente a proporção cerveja/suco é de 50/50 ou 60/40.

DARK LAGERS

Lagers escuras também são bastante comuns. Três estilos são os mais comuns e facilmente encontrados aqui no Brasil:

  • MUNCHNER DUNKEL: Dunkel significa escura em alemão, portanto as cervejas Dunkel são cervejas escuras-avermelhadas, produzidas originalmente em Munique, por isso o nome Munchner. Eram as únicas cervejas da região da Baviera, antes da chegada das tecnologias que tornaram possível a criação de cervejas claras. Possuem sabor maltado. Exemplos comuns são Warsteiner Dunkel e Hofbräu München Dunkel.
  • DARK AMERICAN LAGER: versão americana da Dunkel alemã, menos maltada e mais suave. Uma representante fácil de achar no Brasil é a Warsteiner Dunkel.
  • SCHWARZBIER: A famosa cerveja preta. Deve ser preta e não somente escura como a Dunkel. A mais antiga da qual se tem documentação é a Kostritzer, de 1534 e feita até hoje. Agora, o tipo é muito comum em todo mundo. No Brasil, pode ser encontrada como Xingu e Petra Premium. É uma cerveja suave, com aromas que remetem ao café e ao chocolate. Também é fácil notar a presença de maltes tostados. Não é esperado que apresente qualquer sabor frutado, sendo mais seca. Também não é doce, portanto nao confunda com cervejas do tipo Malzbier brasileiras.
  • MALZBIER: Cerveja escura e doce, de graduação alcoólica baixa, na faixa dos 3 a 4,5%. Muito famosa no Brasil, não possui muitos correspondentes fora daqui. Na Alemanha, seu país de origem, nem é tratada mais de cerveja e sim bebida energética. Inclusive é pouco classificada em outras fontes, caindo normalmente no grupo de “outras cervejas com baixo teor alcoólico”, já que a Malzbier original não chegava nem a 1% de álcool, pois quase não tem fermentação. Quase toda cervejaria brasileira tem sua versão, portanto basta procurar por Brahma Malzbier, Antarctica Malzbier, NovaSchin Malzbier e assim por diante. Trata-se de uma american pale lager na qual, após a filtração, são adicionados caramelo e xarope de açúcar, ai a coloração escura (que não vem do malte tostado) e o sabor adocicado.

VIENNA

O estilo Vienna é originário da Áustria, de cor marrom avermelhada, tem corpo médio e um sabor suave e adocicado de malte levemente queimado. Graduação acoólica entre 4,5 e 5,7%. Um exemplo é a mexicana Negra Modelo, a Dos Equis Ambar e a Samuel Adams Vienna Style Lager.

BOCK

A palavra Bock é resultado da quebra da palavra EinBeck, cidade natal deste tipo de cerveja. Em alemão também significa cabrito. Por isso algumas cervejas colocam imagens deste animal em cervejas do tipo Bock.

Por tradição são avermelhadas, mas podem ser também de cor marrom. Possuem um complexo sabor maltado devido às misturas de maltes de Viena e Munique. A graduação alcoólica é alta, indo normalmente de 6% nas Bocks Tradicionais até 10% nas Doppelbock e 14% nas Eisbock, tipos diferentes de Bock. Outra variação de Bock é a Maibock ou Helles Bock, uma bock clara, de até 7,4% de álcool.

Exemplos de Bock são a Kaiser Bock, velha conhecida dos brasileiros, e a Paulaner Salvator, uma doppelbock.

MARZEN

Produzidas na Bavaria durante o mes de março (März em alemão) especialmente para a Oktoberfest, as Märzen podem ser claras ou escuras e ficam entre 4,8 a 5,6% de álcool.

Também é chamada de Oktoberfestbier. Chamadas de “As Grandes 6”, as cervejarias que produzem este tipo são: Augustinerbräu, Hacker-Pschorr, Hofbräuhaus, Löwenbräu. Paulaner e Spaten.

KELLER e ZWICKEL

A Keller e a Swickel são cervejas pouco comum, não são filtradas (portanto turvars) nem pasteurizadas (servidas na pressão e não engarrafadas), e ficam maturando de maneira exposta, sem cobertura. Pode ser bem amarga e tem álcool médio.

MALT LIQUOR

Malt Liquor é um termo surgido nos Estados Unidos para classificar as lagers fortes que têm alto teor de álcool devido à adição de açúcar, enzimas ou outro ingrediente em complemento ao malte . Geralmente são licorosas no paladar e não muito amargas, pois em muitos casos nem levam lúpulo. Não devem ser confundidas com as cervejas do tipo Barley Wine, que apesar de também fortes no álcool, alcançam tal graduação devido às técnicas europeias sem adição de açúcar ou enzimas.

Também são chamadas de Super Strenght e Super Forte. Um exemplo é a Amsterdam Maximator, com 11,6% de álcool, e a Bavaria 8.6.

Referência: http://www.brejas.com.br/cerveja.shtml

Vinhos são as bebidas dos Deuses

Aqui você encontra em detalhes as experiências que tive ao experimentar os vinhos.

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&#61;    Equals sign =
&#62;    Greater than >
&#63;    Question mark ?
&#64;    Commercial at @
&#65- &#90     Letters A-Z
&#91;    Left square bracket [
&#92;    Reverse solidus (backslash) \
&#93;    Right square bracket ]
&#94;    Caret ^
&#95;    Horizontal bar _
&#96;    grave accent `

&#97; to &#122;     Letters a-z


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&#124;   Vertical bar |
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&#162;   Cent sign ¢
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&#165;   Yen sign ¥
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&#172;   Not sign ¬
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&#176;   Degree sign °
&#177;   Plus or minus ±
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&#179;   Superscript three ³
&#180;   Acute accent ‘
&#181;   Micro sign µ
&#182;   Paragraph sign ¶
&#183;   Middle dot ·
&#184;   Cedilla ¸ (as in ç)
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&#186;   Masculine ordinal º
&#187;   Right angle quote, guillemotright »
&#188;   Fraction one-fourth ¼
&#189;   Fraction one-half ½
&#190;   Fraction three-fourths ¾
&#191;   Inverted question mark ¿
#192; – #269;


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&#192;   Capital A, grave accent À
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&#196;   Capital A, ring Å
&#197;   Capital A, dieresis or umlaut mark Ä
&#198;   Capital AE dipthong (ligature) Æ
&#199;   Capital C, cedilla Ç
&#200;   Capital E, grave accent È
&#201;   Capital E, acute accent É
&#202;   Capital E, circumflex accent Ê
&#203;   Capital E, dieresis or umlaut mark Ë
&#204;   Capital I, grave accent Ì
&#205;   Capital I, acute accent Í
&#206;   Capital I, circumflex accent Î
&#207;   Capital I, dieresis or umlaut mark Ï
&#208;   Capital Eth, Icelandic Ð
&#209;   Capital N, tilde Ñ
&#210;   Capital O, grave accent Ò
&#211;   Capital O, acute accent Ó
&#212;   Capital O, circumflex accent Ô
&#213;   Capital O, tilde Õ
&#214;   Capital O, dieresis or umlaut mark Ö
&#215;   Multiply symbol ×
&#216;   Capital O, slash Ø
&#217;   Capital U, grave accent Ù
&#218;   Capital U, acute accent Ú
&#219;   Capital U, circumflex accent Û

&#220;   Capital U, dieresis or umlaut mark Ü
&#221;   Capital Y, acute accent Ý
&#222;   Capital THORN, Icelandic Þ
&#223;   Small sharp s, German (sz ligature) ß
&#224;   Small a, grave accent à
&#225;   Small a, acute accent á
&#226;   Small a, circumflex accent â
&#227;   Small a, tilde ã
&#228;   Small a, dieresis or umlaut mark ä
&#229;   Small a, ring å
&#230;   Small ae dipthong (ligature) æ
&#231;   Small c, cedilla ç
&#232;   Small e, grave accent è
&#233;   Small e, acute accent é
&#234;   Small e, circumflex accent ê
&#235;   Small e, dieresis or umlaut mark ë
&#236;   Small i, grave accent ì
&#237;   Small i, acute accent í
&#238;   Small i, circumflex accent î
&#239;   Small i, dieresis or umlaut mark ï
&#240;   Small eth, Icelandic ð
&#241;   Small n, tilde ñ
&#242;   Small o, grave accent ò
&#243;   Small o, acute accent ó
&#244;   Small o, circumflex accent ô
&#245;   Small o, tilde õ
&#246;   Small o, dieresis or umlaut mark ö
&#247;   Division sign ÷
&#248;   Small o, slash ø
&#249;   Small u, grave accent ù

&#250;   Small u, acute accent ú
&#251;   Small u, circumflex accent û
&#252;   Small u, dieresis or umlaut mark ü
&#253;   Small y, acute accent ý
&#254;   Small thorn, Icelandic þ
&#255;   Small y, dieresis or umlaut mark ÿ
&#256;  Ā
&#257;  ā
&#258;  Ă
&#259;  ă
&#260;  Ą
&#261;  ą
&#262;  Ć
&#263;  ć
&#264;  Ĉ
&#265;  ĉ
&#266;  Ċ
&#267;  ċ
&#268;  Č
&#269;  č – háček



&#330;  Ĭ
&#331;   ŋ
&#332;  Ō
&#333;  ō
&#334;  Ŏ
&#335;  ŏ
&#336;  Ő
&#337;  ő
&#338;  Œ
&#339;  œ
&#340;  Ŕ
&#341;  ŕ
&#342;  Ŗ
&#343;  ŗ
&#344;  Ř
&#345;  ř
&#346;  Ś
&#347;  ś
&#348;  Ŝ
&#349;  ŝ

&#350;  Ş
&#356;  Ť
&#357;  ť
&#358;  Ŧ
&#359;  ŧ
&#360;  Ũ
&#361;  ũ
&#362;  Ū
&#363;  ū
&#364;  Ŭ
&#365;  ŭ – crescent
&#366;  Ů
&#367;  ů
&#368;  Ű
&#369;  ű
&#370;  Ų
&#371;  ų
&#372;  Ŵ
&#373;  ŵ
&#374;  Ŷ
&#375;  ŷ
&#376;  Ÿ
&#377;  Ź
&#378;  ź
&#379;  Ż
&#380;  ż
&#381;  Ž
&#382;  ž
&#383;  ſ
&#399;  Ə
&#402;  ƒ
&#416;  Ơ
&#417;  ơ


Tabela de caracteres WEB

Á
á
À
Â
à
Â
â
Ä
ä
Ã
ã
Å
å
Æ
æ
Ç
ç
Ð
ð
É
é
È
è
Ê
ê
Ë
ë
Í
í
Ì
ì
Î î
Ï
ï
&Aacute;
&aacute;
&Agrave;
&Acirc;
&agrave;
&Acirc;
&acirc;
&Auml;
&auml;
&Atilde;
&atilde;
&Aring;
&aring;
&Aelig;
&aelig;
&Ccedil;
&ccedil;
&Eth;
&eth;
&Eacute;
&eacute;
&Egrave;
&egrave;
&Ecirc;
&ecirc;
&Euml;
&euml;
&Iacute;
&iacute;
&Igrave;
&igrave;
&Icirc;&icirc;
&Iuml;
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Ñ
ñ
Ó
ó
Ò
ò
Ô
ô
Ö
ö
Õ
õ
Ø
ø
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Þ
þ
Ú
ú
Ù
ù
Û
û
Ü
ü
Ý
ý
ÿ
&Ntilde;
&ntilde;
&Oacute;
&oacute;
&Ograve;
&ograve;
&Ocirc;
&ocirc;
&Ouml;
&ouml;
&Otilde;
&otilde;
&Oslash;
&oslash;
&szlig;
&Thorn;
&thorn;
&Uacute;
&uacute;
&Ugrave;
&ugrave;
&Ucirc;
&ucirc;
&Uuml;
&uuml;
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¾
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β

non-breaking
space
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&trade;
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&lt;
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&euro;
&cent;
&pound;

&quot;
&lsquo;
&rsquo;
&ldquo;
&rdquo;
&laquo;
&raquo;

&mdash;
&ndash;
&deg;
&plusmn;
&frac14;
&frac12;
&frac34;
&times;
&divide;
&alpha;
&beta;
&infin;
&nbsp;

A cerveja o princípio

Já parou para pensar qual é a definição de uma cerveja ?

Segue um pouco de teoria base para que possamos aprofundar em todas as variações fermentado tão saboreado em todo mundo.

A cerveja é uma bebida alcoólica carbonatada, produzida através da fermentação de materiais com amido, principalmente cereais maltados como a cevada e o trigo. Seu preparo inclui água como parte importante do processo e algumas receitas levam ainda lúpulo e fermento, além de outros temperos, como frutas, ervas e outras plantas.

Dentro desta definição de cerveja encontram-se diversas variedades, de acordo com fatores como método de produção, ingredientes usados, cor, sabor, aroma, receita, história, origem e assim por diante.

Referência: http://www.brejas.com.br/cerveja.shtml

O blog do Namba começa aqui!

Depois de sugestões de muitas pessoas estou lançando o meu blog.

Aqui você poderá ver sugestões de bebidas, comidas, lugares, fotos e opniões sobre gadgets.

No minimos semanalmente estarei postando alguma coisa sobre algo ! 🙂 Vejam e confiram !

Até mais,

Namba