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[Lager – Dunkel] Eisenbahn

  Dunkel significa escura em alemão, portanto as cervejas Dunkel são cervejas escuras-avermelhadas. A Eisenbahn é de baixa fermentação, e leva em sua receita cinco tipos diferentes de maltes. O resultado é uma cerveja marcante, com um aroma que apresenta notas de torrefação e de café. Quem gosta de um cafezinho mas não chegou a apreciar um sem açucar, essa é uma boa pedida.

Como simular um pagamento com Cartão de Crédito na Loja Virtual usando o PagSeguro?

Saiu no blog do Pagseguro e no blog do UOLHost.

Você acabou de implantar a sua loja e agora quer usar o PagSeguro para compreender melhor como ele funciona? Então está na hora de testar o pagamento com cartão de crédito. Não é preciso usar cartões pessoais para tanto. Existem alguns números válidos de cartão de crédito – fornecidos pelas bandeiras – que evitam o risco das buscas e mazelas na internet.

Visa
4923993827951627
4968283450042753
4906519808898635
4010448268188472
4557759360725444

Mastercard
5100425299127164
5100178609671534
5100035367101767
5100997245003962

Diners
38592893778458
38899942060048
38991996405813
38337125684102
38051170510027

American Express
346060826516426
342137356326758
342244058602724
340844506071745
341556801213322

Aura
5078600000032665296
5078600000019300917
5078600000040473725
5078601800003745756

Hipercard
1234567891234
4234567891234
6234567891234

Para as bandeiras Visa, MasterCard e Diners, o código verificador tem três dígitos. Já American Express usa quatro dígitos. Você pode usar qualquer número neste campo, pois essa “transação teste” vai funcionar para o envio dos dados ao PagSeguro, mas este pagamento não será aprovado por conter números inválidos.

Lembre-se que, para concluir o teste com sucesso, é fundamental usar um nome e um CPF que estejam vinculados (requisito de segurança do PagSeguro).

Bons testes e sucesso na loja virtual!!

[Porter] Colorado Demoiselle

 Esta cerveja Porter é feita com maltes importados da mais alta qualidade e o melhor café da região da Alta Mogiana. Este café é comprado direto do produtor, moído e torrado e macerado em água fria para só então ser adicionado ao mosto cervejeiro. Usando este método evitasse que o café perca seus melhores aromas devido às altas temperaturas presentes no processo de brassagem.

Para quem gosta de uma cerveja mais forte e tomar um café após as refeições, essa cerveja é uma ótima opção para sair do Pub com o gostinho de café. Essa eu aprovo. 🙂

[Pale Ale] Devassa – Ruiva

 Uma cerveja um pouco escura, como o próprio fabricando diz, Ruiva.

Pelo meu paladar não classifico a Ruiva como sendo uma cerveja forte, tanto que ela é classificada como uma “Pale Ale”. Esse estilo de cerveja nasceu na segunda Gerra Mundial lançaram ela para competir com as Lager Pilsen, por tanto compartilham a caracteristica de serem mais suaves.

O glossário do Sommelier

Você já ficou sem palavras para descrever o sabor e o aroma de um vinho?

Ou você ficou sem entender, quando o garçom descreveu os vinhos que melhor combinavam com o prato principal do seu jantar?

Se você já vivenciou algum desses momentos segue um glossário, com diversas palavras que você pode ouvir e falar para que não passe mais vergonha em lugar algum.

A

ABERTO – de cor clara.

ADAMADO OU BOCADO – vinho levemente doce, amável.

ABRIR – diz-se que o vinho está abrindo (ou abriu) quando está havendo (ou houve) crescimento de suas características (em especial do aroma), com um certo tempo depois da abertura da garrafa.

ACASTANHADO – nuance de cor dos vinhos tintos, lembrando a cor da castanha ou do tijolo. Geralmente associada a vinhos envelhecidos.

ACERBO – ácido, verde.

ACETIFICADO – vinho com forte presença de ácido acético (avinagrado).

ACIDEZ – diz-se do conjunto de ácidos que o vinho contém. São os responsáveis pelo bom equilíbrio da bebida.

ACIDEZ VOLÁTIL – acidez desagradável provocada pelos maus ácidos do vinho (acético, propiônico e butírico).

ACÍDULO – com acidez excessiva.

ACRE – indica a sensação desagradável de excessiva acidez e tanicidade, provocando irritação das mucosas.

ADAMADO – vinho para damas, suave e doce.

ADOCICADO – doce e com baixa acidez, desequilibrado.

ADSTRIGENTE – com muito tanino, que produz a sensação de aspereza (semelhante à sentida ao comer-se uma banana verde); o mesmo que ânico ou duro.

ADULTERADO – usa-se para indicar um vinho acrescido de substâncias estranhas à sua composição e/ou não admitidas por lei.

AFINADO – vinho que evoluiu corretamente, adquirindo perfeito equilíbrio entre aroma e sabor.

AGRADÁVEL – expressão usada quando o conjunto aroma-sabor está organolepticamente equilibrado.

AGRESSIVO – vinho com excesso de acidez e adstringência, ainda jovem ou em processo de evolução.

AGRIDOCE – grave doença do vinho, provocada por bactérias láticas que transformam os açúcares residuais em manite, provocando um sabor ao mesmo tempo acre (devido aos ácidos) e doce (pela manite), que lembra a fruta supermadura.

AGULHA – sensação de picada na língua produzida pelos vinhos espumantes.

ALARANJADO – nuance de cor dos vinhos tintos, lembrando a cor da casca da laranja madura. Característica de vinhos envelhecidos.

ALCOÓLICO – com muito álcool, desequilibrado.

ALTERADO – vinho que sofreu qualquer mutação de caráter físico-químico ou enzimático.

AMADURECIMENTO – processo de evolução dos vinhos submetidos a um estágio em grande recipiente.

AMARGO – com amargor, indica defeito.

AMÁVEL – suave ou ligeiramente doce.

ÂMBAR – tonalidade de amarelo, cor típica de alguns vinhos licorosos. Nos vinhos comuns denota oxidação ou madeirização.

AMBIENTAR – tornar o vinho compatível com a temperatura do ambiente onde será servido. O mesmo que chambrer.

AMPLO – vinho com bouquet rico e com muitas nuances, oferecendo agradáveis sensações olfato-gustativas.

ANÁLISE SENSORIAL – exame das propriedades organolépticas do vinho através dos órgãos dos sentidos.

APAGADO – de aroma inexpressivo.

AQUOSO – fraco, que teve adição de água.

ARDENTE – vinho que provoca uma sensação tátil de causticidade (queimação), devido a seu alto teor alcoólico.

AROMA – odor emanado pelo vinho. O primário é proveniente da uva. O secundário é resultante da vinificação. O terceário origina-se do envelhecimento e é denominado buquê.

AROMA DE BOCA – ver retrogosto.

AROMÁTICO – vinho cujo aroma provém diretamente de castas aromáticas (p. ex.: Sauvignon, Malvasia, Traminer).

ARQUETES OU LÁGRIMAS – efeito provocado nas paredes do copo após agitação. É um fenômeno de tensão superficial. Provocado pela evaporação do álcool; quanto mais amplos menor a presença do álcool.

ÁSPERO – com excessivas adstringência e acidez.

ASSEMBLAGE – mistura de vinhos diferentes; o mesmo que corte.

ATIJOLADO – indica o vinho tinto cuja cor tende ao ocre, lembrando o vermelho-tijolo e apresentando uma tonalidade pouco vivaz. É uma característica dos vinhos envelhecidos.

ATÍPICO – vinho que não apresenta qualquer elemento ou caráter de tipicidade.

AUSTERO – diz-se de um grande vinho, bem estruturado e envelhecido, que manteve uma ligeira tanicidade.

AVELUDADO – vinho extremamente macio, lembrando a textura do veludo.

AVINAGRADO – que apresenta excesso de ácido acético; vinho próximo de se tornar vinagre.

B

BALANCEADO – que apresenta harmonia entre os aspectos gustativos fundamentais, em especial a acidez, a doçura adstringência e o teor alcoólico o mesmo que o equilibrado e harmônico.

BLANC DE BLANCS – vinho branco elaborado exclusivamente com uvas brancas.

BOUQUET – conjunto de sensações olfativas adquiridas pelo vinho no ambiente reduzido da garrafa, englobando também os aromas primários e secundários. Característica dos vinhos envelhecidos.

BRANCO-PAPEL – vinho quase incolor. Característica de alguns brancos jovens.

BRILHANTE – vinho com perfeita transparência e luminosidade. Característica dos brancos jovens.

BRUT – termo que designa o tipo de espumante natural com menor teor de açúcares residuais.

BUQUÊ – (do francês bouquet) – aroma complexo, também denominado aroma terceário, resultante do envelhecimento.

C

CALDO – o vinho já pronto ou o mosto (veja verbete) que será fermentado.

CARÁTER – conjunto de qualidades que dão personalidade própria ao vinho permitindo distinguí-lo de outros.

CARNOSO ? Encorpado.

CEREJA – cor um pouco viva dos rosados, lembrando a cereja.

CHAMBRER – adaptar o vinho à temperatura-ambiente.

CHAMPAGNE – espumante natural produzido na região de Champagne.

CHAMPENOISE – método de espumatização que consiste em refermentar o vinho na própria garrafa. Tradicionalmente usado na região de Champagne.

CHAPTALIZAÇÃO – prática que consiste na adição ao mosto de açúcares não provenientes da uva, quando esta se apresenta pobre em açúcares naturais. Permitida apenas em alguns países, onde é prevista em lei.

CHARMAT – método de espumatização criado por Eugene Charmat, em que o vinho sofre a segunda fermentação em grande recipiente.

CHATO – vinho com carência de acidez fixa.

CHEIO – o mesmo que encorpado.

CLARETE – cor mais carregada que a cereja; tonalidade dos rosados que mais se aproxima dos vinhos tintos.

COMPLEXO – com aromas múltiplos, com buquê.

CORPO – sensação tátil do vinho à bôca, que lhe dá pêso (sensação de boca cheia) e resulta do seu alto teor de extrato seco

CORPO OU EXTRATO – é constituído de todos os elementos que permanecem após a evaporação da água, do álcool e das substâncias voláteis. Na prática, é formados por taninos, ácidos, sais minerais e substâncias pécticas.

CORTE – mistura de vinhos diferentes.

COZIDO – sabor que adquirem certos vinhos submetidos a um processo de pasteurização mal conduzido.

CURTO – que não deixa sabor persistente na boca; de retrogosto curto.

D

DECANTAR – ato de transferir o vinho da garrafa para uma jarra, com o propósito de separar os sedimentos originários do envelhecimento.

DECRÉPITO – vinho que, por excesso de envelhecimento, apresenta-se apagado, quase sem perfumes, corou sabor.

DEFEITUOSO – vinho que apresenta cheiros ou sabores estranhos, devidos geralmente à falta de higiene da cantina ou à má conservação dos recipientes utilizados.

DELGADO – vinho de pouco corpo.

DELICADO – define um vinho elegante, gracioso, que apresenta particular harmonia e qualidade.

DEMI-SEC (FRANCÊS) – meio seco, ligeiramente doce.

DENSO – vinho que, no aspecto visual, apresenta-se com densidade superior à da água. Característica dos vinhos doces tipo Sauternes.

DESARMÔNICO – que possui exacerbação de um dos componentes gustativos, mascarando-os (ex: excessiva acidez, tanicidade exagerada, doçura elevada) ; o mesmo que desequilibrado

DESBALANCEADO – o mesmo que desarmônico ou desequilibrado.

DESEQUILIBRADO – o mesmo que desarmônico ou desbalanceado.

DOCE – vinho no qual o sabor doce dos açúcares predomina sobre os demais sabores. Açúcares residuais acima de 50g/l. No Brasil, o mesmo que suave.

DURO – vinho rico em acidez fixa e taninos. Característica de tintos jovens.

E

EFERVESCENTE – diz-se de um vinho que desprende gás carbônico, em forma de pequenas bolhas.

ELEGANTE – vinho muito equilibrado, fino, de classe.

ENCORPADO – terminologia usada em degustação para indicar um vinho rico em extrato seco (corpo).

ENÓFILO – apreciador e estudioso de vinhos.

ENOLOGIA – ciência que estuda o vinho.

ENOLÓGICO – relativo à enologia ou ao vinho.

ENÓLOGO – indivíduo que tem conhecimentos de enologia; formado em faculdade de enologia.

EQUILIBRADO – vinho em que todos os componentes estão na proporção correta, principalmente o álcool e os ácidos.

ESCANÇÃO – o responsável pelo serviço de vinhos de um restaurante; o mesmo que sommelier (francês).

ESCORREGADIO – vinho que apresenta densidade semelhante à da água.

ESPESSO – o mesmo que encorpado e cheio.

ESPUMANTE – vinho com gás carbônico, efervescente; nos de qualidade o gás é resultante da fermentação.

ESTRUTURADO – vinho com boa presença de álcool, ácidos e taninos.

ETÉREO – diz-se do perfume que apresenta característico odor de éteres. Próprio dos vinhos envelhecidos.

EVANESCENTE – no exame dos espumantes, refere-se à espuma que desaparece rapidamente.

F

FARTO – muito doce e com baixa acidez.

FECHADO – jovem, recém-engarrafado, ou recém-aberto e que ainda não demonstra toda a sua potencialidade.

FIADEIRO – vinho doente, que apresenta densidade semelhante à do azeite.

FIM-DE-BOCA – sensações finais, gustativas e olfato-gustativas, percebidas após a deglutição do vinho.

FINO – vinho de qualidade, cujas sensações olfativas e gustativas são elegantemente equilibradas.

FIRME – jovem com estilo.

FLÁCIDO – sem estrutura, o mesmo que mole.

FLAUTA – taça ideal para espumantes.

FLORADO – com aroma de flores.

FLORAL – o mesmo que florado.

FORTIFICADO – ao qual é adicionado aguardente vínica, como o vinho do Porto, o Madeira, o Jerez, o Marsala, o Banyuls e outros.

FOXY – odor que caracteriza os vinhos provenientes de uvas americanas ou de híbridos produtores diretos. Lembra o cheiro vulpino.

FRAGRANTE – vinho cujo frescor olfativo abre as mucosas nasais, dando uma sensação agradável como a hortelã.

FRANCO – indica um vinho que, no seu aspecto olfativo, é absolutamente isento de defeitos.

FRESCO – no aspecto gustativo, refere-se ao vinho com ligeiro excesso de acidez, mas ainda assim muito agradável.

FRISANTE – vinho ligeiramente efervescente, com uma cena riqueza de anidrido carbônico, porém inferior à dos espumantes.

FRUTADO – diz-se de um vinho com aroma e gosto de frutas frescas. Características dos vinhos jovens.

FUGIDIO – vinho de pouca persistência olfativa e olfato-gustativa.

G

GENEROSO – forte, com alto teor alcoólico.

GORDO – suave e maduro.

GRANDE ? excelente.

GROSSEIRO – adstringente, sem elegância.

GROSSO – elevada acidez e muito extrato.

H

HARMÔNICO – vinho que equilibra álcool, acidez e açúcar, deixando na boca uma agradável sensação.

HERBÁCEO – particular indício que apresentam certos vinhos jovens, como o Cabernet Franc, lembrando levemente o aroma de ervas frescas.

I

INSÍPIDO – sem gosto característico, sem caráter.

J

JOVEM – vinho geralmente frutado, pouco tânico com acidez agradável e que não se presta ao envelhecimento (Ex: vinhos brancos em geral, espumantes e a maioria dos vinhos brasileiros); pode também significar vinho recém-fabricado que pode e deve envelhecer.

K

LEVE – com pouco corpo e pouco álcool, mas equilibrado; o mesmo que ligeiro.

LEVE OU LIGEIRO – vinho com pouco corpo.

LIGEIRO – o mesmo que leve.

LÍMPIDO – vinho que, no exame visual, apresenta-se totalmente isento de partículas em suspensão.

M

MACIO – designa o vinho com bom teor de glicerina, justamente alcoólico e com pouca acidez.

MADEIRIZADO – vinho branco oxidado que adquire cor que vai de dourada a castanho, aroma adocicado (cetônico) e gosto amargo.

MADURO – vinho que, em sua evolução, atingiu um estágio ideal, com pleno desenvolvimento das características organolépticas.

MAGRO – aguado, diluído, deficiente em ácool (etanol e glicerol); sem caráter.

MERCAPTANO – odor desagradável, devido à formação de compostos sulfurosos.

METÁLICO – sabor defeituoso conferido ao vinho por certos metais como o cobre e o ferro.

MOFO – defeito provocado por um excesso de umidade causado por bactérias, transmitido ao vinho por tonéis em mal estado de conservação ou através da rolha.

MOLE – vinho ao qual faltam totalmente acidez e vivacidade.

MOSTO – liquido denso e muito doce, obtido do esmagamento da uva fresca, e que ainda não sofreu fermentação.

N

NERVOSO – com acidez e adstringência altas, não necessariamente excessivas.

NEUTRO – sem caráter marcante.

NÍTIDO – diz-se de um perfume com uma só nuance bem definida ou de um gosto único e bem caracterizado.

NOVO – do ano em que foi colhido ou com um ano de engarrafamento.

O

OPACO – turvo; velado; sem limpidez.

ORGANOLÉPTICO(A) – sensorial, que sensibiliza os sentidos. As características organolépticas de um vinho são as suas sensações olfatórias, gustativas e táteis, percebidas durante a sua degustação.

OURO – tonalidade do amarelo própria de certos vinhos brancos, apresentando nuances que vão do claro ao ouro-antigo.

OXIDADO – vinho alterado em suas características visuais, olfativas e gustativas pelo contato com o ar. A cor fica mais escura que o normal e a acidez tem uma queda acentuada, com uma tendência para o madeirizado.

P

PALHA – tonalidade do amarelo própria dos vinhos brancos, pode ser clara ou carregada.

PASTOSO – o mesmo que encorpado.

– borra; depósito; sedimento.

PELE DE CEBOLA – nuance de cor dos vinhos rosados.

PEQUENO – sem carater; secundário, inferior.

PERFUME – o mesmo que buquê.

PERLAGE – (francês) as bolhas dos espumantes.

PERSISTÊNCIA – sensação do gosto deixado pelo vinho na boca (retrogosto) após ser deglutido ou cuspido. Quanto melhor o vinho, maior o tempo de persistência, do retrogosto: 2 a 3 segundos nos curtos, 4 a 6 segundos nos médios e de 6 a 8 nos longos.

PERSISTÊNCIA – conjunto de sensações olfato-gustativas percebidas após a deglutição do vinho, que podem ser medidas em segundos.

PESADO – encorpado, mas com pouca acidez; sem fineza.

PLANO – sem sabor e sem corpo ou sem corpo e sem acidez; também usado como sinônimo de chato.

PRONTO – vinho que está apto a ser consumido.

PUNGENTE – sensação percebida na boca, causada pela elevada concentração de anidrido carbônico, pela causticidade provocada pelo álcool ou pelo excesso de anidrido sulfuroso.

PÚRPURA – tonalidade dos vinhos tintos, lembrando o vermelho intenso com tendência ao violeta.

Q

QUENTE – teor alcoólico alto.

R

RAÇA – diz-se que um vinho é de raça ou raçudo quando tem alta qualidade.

RANÇOSO – vinho que apresenta sensações desagradáveis provocadas por alterações microbianas, caracterizadas por um gosto de manteiga azeda.

RAPADO – mesmo que magro.

RASCANTE – adstringente; tânico.

REDONDO – maduro e equilibrado.

RESINOSO – vinho que apresenta sensações de resinas vegetais.

RETROGOSTO – impressão que se tem depois da degustação de um vinho.

ROBUSTO – encorpado, nervoso e, sobretudo, redondo.

ROLHA – diz-se que o vinho tem odor e/ou gosto de rolha quando apresenta aroma desagradável passado por rolha contaminada pela Armillaria mella (fungo parasita da casca da árvore com a qual é feita a rolha, o sobreiro).

RUBI – tonalidade típica dos vinhos tintos maduros.

S

SALGADO – anomalia apresentada por certos vinhos ricos em sais minerais.

SÁPIDO – vinho agradável pela justa quantidade de ácidos e de sais minerais.

SECO – pela legislação brasileira, é o vinho que apresenta um máximo de 5g/l de açúcares residuais.

SEDOSO – o mesmo que aveludado.

SUAVE – o mesmo que ligeiro; também significa vinho meio-doce (demi-sec).

SULFÍDRICO – defeito caracterizado pelo cheiro de ovos podres.

SUTIL – diz-se de um perfume muito ligeiro ou de um vinho que oferece poucas e fracas sensações gustativas.

T

TÂNICO – elemento que deixa na boca a impressão de adstringência.

TÊNUE – vinho de pouca intensidade olfativa.

TERROSO – com sabor de terra, do solo de onde veio a uva.

TÍPICO – vinho no qual os caracteres de tipicidade são decisivamente marcados.

TRANSPARÊNCIA – característica visual essencial a todos os vinhos de qualidade, tintos ou brancos. Na prática, um vinho é transparente quando permite a visão de um objeto colocado atrás do copo. Não deve ser confundida com limpidez.

TURVO – vinho com limpidez totalmente alterada, com grande quantidade de substâncias coloidais em suspensão.

V

VELADO – vinho com pouca limpidez.

VELHO – vinho que atingiu o último estágio de sua evolução e que ainda mantém características organolépticas apreciáveis. Vinho envelhecido.

VERDE – com acidez acentuada, mas agradável e refrescante.

VERDEAL – tonalidade dos vinhos brancos em que prevalecem reflexos esverdeados.

VIGOROSO – saudável, vinho jovem em pleno vigor.

VINHO – é a bebida obtida pela fermentação alcoólica do mosto simples da uva sã, fresca e madura.

VINHO COMUM OU DE MESA – é o vinho elaborado com uvas de variedades comuns.

VINHO COMPOSTO – é a bebida com graduação alcoólica de 15º a 18º G. L. (graus Gay Lussac), obtida pela adição ao vinho comum, de macerados e/ou concentrados de plantas amagras ou aromáticas, substancia de origem animal ou mineral, álcool etílico potável e acúcares. Contem no mínimo, 70% de vinho.

VINHO ESPECIAL – é o vinho elaborado com 60% de uvas viníferas e 40% de uvas comuns.

VINHO FINO OU VINHO VINÍFERA – é o vinho elaborado com uvas de variedades Nobres.

VINHO LICOROSO – é a bebida com graduação alcoólica de 14º a 18º G. L. (grau Gay Lussac), podendo ser adicionado álcool etílico potável, mosto concentrado, caramelo e sacarose.

VINDIMA – colheita das uvas.

VINOSO – característica dos vinhos jovens, lembrando o cheiro do mosto da uva.

VISCOSO – o mesmo que aveludado, sedoso e untuoso.

VIVO – vinho com ligeiro excesso de acidez, porém ainda agradável.

Saca rolha para espumantes

 Pode ser deselegante, mas quem é que não gosta da emoção e ouvir o “ploft” do estourar de uma garrafa de um bom espumante. Para muitos esse barulho é traz a lembrança de comemoração.

Para que o estouro lembre somente momentos bons existe um saca-rolha com um design moderno e funcional. Com ele você pode ter seus momentos de alegria sem surpresas desagradáveis.

Foco. O segredo é a abertura.

Você já pensou em tirar uma foto com a abertura da lente fechada ao máximo?

Muitos imaginam que essa funcionalidade não auxilia em nada lém de reduzir a luz. Mas se você quer tirar uma foto com o foco em um objeto e manter o fundo também focado, reduza a abertura.

É claro, reduzindo a abertura você precisa aumentar o tempo de exposição mas se o seu click não permitir um tempo de exposição maior então aumente o ISO.

Veja o efeito que é produzido modificando somente o tamanho da abertura (F) e o tempo de exposição.

Pinhole

Pinhole é um efeito que da para ser feito somente com cameras SLR.

Para conseguir tirar fotos com o efeito de pinhole é necessário tirar fotos sem utilizar a lente. No lugar pode ser fixado um papel com um pequeno orificio para passar somente um filete luz. Vejam as fotos exemplos.

[Belgian Specialty Ale] Trapista Orval

  Gosto não se discute, mas essa Trapista Orval esta longe da faixa de sabores que agradam meu paladar.  Ela possue um sabor forte  e complexo, ao tocar a lingua o sabor é agradavél de uma cerveja bem forte, mas finaliza o gole, o sabor assemelha ao de remédio do tipo dipirona.

Gosto muito de cervejas fortes do tipo Ale, mas os Belgas capricharam nesta trapista, e como todos dizem, muitos amam essa cerveja, e muitos odeiam.

[Lager] Heineken

Essa é a minha atual companheira. Uma cerveja não muito cara e pouco intensa, o que a torna uma ótima opção para qualquer momento. Gosto de utilizá-la como meu ponto de partida para traçar comentário sobre qualquer outra cerveja.

Heineken é uma cerveja holandesa, atualmente fabricada e envasada em Jacareí – SP. Ela é uma cerveja Lager Premium, ou seja, um pouco mais lupuladas e mais maltadas o que faz ser mais intensa que as conhecidas nacionamente como skol, brahma, entre outras.

A Heineken é comercializada em lata, garrafa de vidro e tonel de 5 litros. Eu experimentei em lata e na garrafa de vidro (longneck), e posso dizer que existe uma diferença notável no sabor não sei se a cerveja estava “choca” mas quando descobrir o motivo postarei.